Segunda-feira, 1 de Setembro de 2008

Curiosidades - A Maldição de Hesse (2ª parte)

Em 1888 a terceira irmã, Irene, casou-se com o Príncipe Alberto da Prússia contra a sua avó, a Rainha Vitória. Teve três filhos. O mais velho, Waldemar, e o mais novo, Henrique, sofriam de Hemofilia. Henrique acabou por morrer com 4 anos de idade depois de cair e bater com a cabeça, o que originou uma hemorragia interna. Waldemar acabaria também por morrer devido a complicações derivadas da doença em 1945 quando tinha 56 anos.

 


Dois dos três filhos de Irene sofriam de Hemofilia e acabaram ambos por morrer da doença, um com 4 anos e o outro com 56

 

O único irmão, Ernesto, também não teve uma vida fácil. Depois de passar uma infância atormentada com a morte dos dois irmãos mais próximos e da mãe, casou-se em 1894 com a Princesa Vitória de Saxe-Coburg e Gotha. O casamento foi infeliz desde o inicio, mas mesmo assim o casal teve uma filha a quem chamaram Isabel em 1895 que se tornou na base de união de um casamento que, de outra forma, não teria durado mais de alguns meses.

 

Em 1900 o casal teve um bebé morto que afectou irremediavelmente o casamento. Vitória começou a ter um caso com o Grão-Duque Cirilo da Rússia e começaram a circular rumores sobre os amantes sexuais de Ernesto. O divórcio chegou no dia 21 de Dezembro de 1901.

 

Dois anos depois, em 1903, a única filha do casal morreu com 8 anos de idade de Febre Tifóide quando estava de férias na Polónia com os tios, Alexandra e Nicolau II e as primas. Na altura circularam rumores de que ela tinha comido a refeição envenenada do Czar por engano. Ernesto ficou destroçado com a morte da filha e, em vez de um tradicional funeral negro, organizou uma cerimónia onde todos os pormenores desde as roupas às decorações passando pelos cavalos que transportavam o caixão de prata da criança oferecido pelo seu tio, o Czar, eram brancos.

 

Ernesto com a filha Isabel

 

Em 1905 Ernesto voltou a casar-se, desta vez com a Princesa Leonor de Solms-Hohensolms-Lich e o casal teve dois filhos:

 

Jorge – casou-se com a Princesa Cecília da Grécia, filha da sua prima mais velha (irmã de Filipe, Duque de Edimburgo, casado com a Rainha Isabel II) e juntos tiveram 3 filhos. No dia 16 de Novembro de 1937, menos de um mês depois da morte de Ernesto, Jorge, a sua esposa (grávida do quarto filho), os dois filhos mais velhos (Luís de 6 anos e Alexandre de 4), a mãe Leonor e uma dama-de-companhia decidiram ir de avião de Darmstadt até Londres para assistir ao casamento do seu irmão mais novo. Quando sobrevoavam Ostend, na Bélgica, o aparelho foi contra uma chaminé de uma fábrica e despenhou-se, matando todos os ocupantes. Entre os destroços foi encontrado um bebé, o que prova que Cecília deu à luz durante a queda. O único membro da família que não ia a bordo do avião era a filha mais nova, Joana, que tinha 14 meses na altura e foi adoptada pelo seu tio Luís de Hesse.

 

Luís – casou-se com Margaret Campbell-Geddes no dia a seguir à morte da mãe, irmão mais velho e família. Adoptou a filha mais nova do irmão, e tinha planos para a criar como sua própria filha, mas ela também acabou por morrer apenas 20 meses depois dos pais, irmãos e avó, de Meningite com 2 anos e meio de idade. Luís e a sua esposa nunca tiveram filhos e, quando ele morreu aos 60 anos, escolheu Moritz de Hesse como seu sucessor.

 

Ernesto de Hesse com a esposa Leonor e os filhos Jorge e Luís

 

A filha mais nova da família foi a Czarina Alexandra da Rússia...

 

Alexandra foi assassinada juntamente com o marido e os filhos no dia 17 de Julho de 1918

 

 


publicado por tuga9890 às 11:00
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Curiosidades - A Maldição de Hesse (1ª parte)

 

 

Hesse Darmstadt, um Grão-Ducado alemão criado em 1806, tornou-se famoso entre os grandes nomes da realeza europeia quando a filha do Grão-Duque Luís II, lá nascida e criada se casou com o Czarevich da Rússia, Alexandre Nikolaevich, futuro Alexandre II.

A sua fama viria a aumentar quando, em Julho de 1862 o Grão-Duque Luís IV se casou com a segunda filha mais velha da rainha Vitória do Reino Unido, a Princesa Alice e ambos passaram a viver uma vida calma, quase de classe média, longe das atenções que outros membros da família de Alice recebiam. No entanto o azar sempre perseguiu esta família e muitos chegam mesmo a dizer que os seus membros eram vitimas de uma suposta maldição. Se estas afirmações são credivéis, é dificil de dizer, mas a verdade é que a maioria dos membros da família e dos seus descendentes teve um final trágico.

http://img0.uploadhouse.com/fileuploads/2531/2531840747fe06ccfcec9cb5d43f5fe9da1f2ad.jpg

Os filhos de Luís IV de Hesse e Alice do Reino Unido em 1915

A primeira tragédia que abalou a família aconteceu em finais de Maio de 1873 quando os irmãos Frederico de 2 anos e Ernesto de 5 brincavam no quarto da mãe. A certa altura Ernesto correu até outro quarto no lado direito e acenou pela janela para o seu irmão mais novo. Alice foi até ao quarto onde se encontrava o seu filho mais velho para o afastar da janela. Quando o fez, o pequeno Frederico subiu para uma cadeira que estava ao pé de uma janela aberta para ver melhor o seu irmão. A cadeira caiu e Frederico foi projectado, caindo a uma distância de cerca de 60cm até um arbusto. A queda não foi muito violenta, mas a Hemofilia tinha sido diagnosticada há poucos meses e ele acabou por morrer durante a tarde com uma hemorragia cerebral. Ernesto sofreu particularmente com a morte do irmão mais novo e, a partir desse dia, passou a ter um medo quase obsessivo de um dia vir a morrer sozinho.

http://www.royaltyguide.nl/images-families/hessen/hessendarmstadt2/1870%20Friedrich-01.JPG

Frederico morreu aos 2 anos de idade devido a complicações causadas pela Hemofilia

A tragédia voltou a atingir a família em 1878. No dia 5 de Novembro toda a família estava reunida na sala quando a irmã mais velha, Vitória, começou a sentir a garganta irritada. Vitória contou o que sentia à mãe e ela pensou que a filha estava a sofrer de papeira dizendo que seria “cómico” se todos a apanhassem. Nessa noite ela sentiu-se suficientemente bem para ler “Alice No País Das Maravilhas” aos seus irmãos mais novos enquanto a sua mãe se sentava numa cadeira próxima a conversar com a sua amiga Katie Macbean que estava a substituir uma dama-de-companhia. Maria, a irmã mais nova, foi para o colo da mãe e implorou por mais uma fatia de bolo. As irmãs pediram a Miss Macbean para tocar piano para que pudessem dançar e foram dormir bem-dispostas.

Na manhã seguinte, Vitória foi diagnosticada com Difteria e às três da manhã do dia 12 de Novembro o mesmo aconteceu a Alix de 6 anos. A Princesa Alice ordenou que fosse levado um inalador de calor para o quarto da sua segunda filha mais nova (que estava gravemente doente) para impedir que ela sufocasse até à morte. Algumas horas mais tarde Maria de 4 anos, muito próxima da sua irmã dois anos mais velha, fugiu para o seu quarto, subiu para a cama dela e deu-lhe um beijo. Nessa tarde começou a sofrer os primeiros sintomas da doença com febre alta e manchas brancas na parte de trás da garganta. No dia seguinte foi a vez da sua irmã Irene ficar doente e no dia 14 de Novembro a doença foi diagnosticada ao seu irmão Ernesto e ao seu pai Luís. Alice e os médicos desdobraram-se em esforços para tratar de toda a família.

Na manhã do dia 16 de Novembro, Maria sufocou até à morte devido à membrana que lhe cobria a garganta. Alice sentou-se junto do corpo e beijou-lhe o rosto e as mãos tentando encontrar uma forma de dar a notícia ao seu marido doente. Depois observou o corpo da sua filha mais nova ser levado dentro de um caixão para o mausoléu da família.

Maria morreu aos 4 anos de Difteria

Durante várias semanas Alice escondeu a morte de Maria dos seus irmãos que perguntavam frequentemente por ela e tentavam enviar-lhe brinquedos. A notícia foi apenas transmitida no inicio de Dezembro com grande pesar principalmente por parte de Alix e de Ernesto, com 10 anos na altura, que eram os mais próximos da irmã mais nova. Ernesto recusou-se a acreditar e teve um ataque de choro que foi acalmado pela sua mãe que o abraçou e beijou, apesar de saber do risco de infecção. No dia 7 de Dezembro Alice reconheceu os primeiros sintomas da doença e acabaria também por morrer uma semana mais tarde. A Princesa foi enterrada junto da sua filha mais nova e foi construída uma estátua na sua sepultura onde Alice está a segurar a pequena Maria nos braços.

Alice morreu poucas semanas depois da filha com a mesma doença

 

Depois da morte da mãe os seus filhos desdobraram-se entre a Inglaterra e a Alemanha, mas o azar iria persegui-los a eles e aos descendentes.

A filha mais velha, Vitória, casou-se em 1884 com um príncipe menor alemão que tinha mudado de nacionalidade e vivia em Inglaterra. Durante o período de ódio alemão que ocorreu durante a Primeira Guerra Mundial o seu marido, um alto oficial da marinha, foi forçado a abdicar do seu posto e dos seus títulos a pedido do rei e ambos viveram uma vida modesta a partir de então. O casal teve quatro filhos:

Alice – casada com o Príncipe André da Grécia, foi diagnosticada com Esquizofrenia e forçada a separar-se dos filhos até recuperar. Viveu grande parte da vida no exílio depois da queda da monarquia na Grécia. Um dos seus filhos foi o Príncipe Filipe, casado com a Rainha Isabel II.

Luísa – recebeu um pedido de casamento do Rei Manuel II de Portugal, mas recusou-o dizendo que nunca se casaria com um rei ou com um viúvo, no entanto acabou por fazer as duas coisas quando se casou com o Rei Gustavo da Suécia aos 34 anos. Era uma mulher excêntrica e, depois de quase ser atropelada por um autocarro em Londres, passou a andar sempre com um cartão que dizia: “Eu sou a rainha da Suécia”. Apenas teve uma filha que nasceu morta.

Jorge – era um brilhante matemático. Morreu aos 45 anos de Leucemia deixando dois filhos.

Luís – um alto Admiral e melhor amigo do rei Eduardo VIII. Casou-se com Edwina Ashley de quem teve duas filhas e acabou assassinado quando uma bomba colocada no seu barco pelo Exército Republicano Irlandês explodiu. Com ele morreram o seu neto, a sogra da filha mais nova e um ajudante.

http://farm3.static.flickr.com/2081/2520146478_bf9c8a0d49.jpg?v=0

Duas das filhas de Vitória viveram vidas excêntricas, um filho morreu de Leucemia e o outro foi assassinado

A segunda filha, Isabel, casou-se também em 1884 com o rígido Grão-Duque Sergei Alexandrovich, filho do Czar Alexandre II. Viveu um casamento apático, sem filhos e viu o seu marido ser assassinado por revolucionários russos em 1905. Poucos anos depois juntou-se a um convento e acabaria por ser também ela assassinada por bolcheviques no dia 18 de Julho de 1918.

http://img3.uploadhouse.com/fileuploads/2532/2532623f62aaba70f69b926a72b3e9df6942d39.jpg

Isabel foi assassinada por bolcheviques em 1918


publicado por tuga9890 às 10:34
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Quarta-feira, 6 de Agosto de 2008

Curiosidades (anormais) - As alturas das crianças imperiais

Por ordem decrescente:

 

Tatiana Nikolaevna

1.79 m

 

 

Maria Nikolaevna

1.73 m

 

Alexis Nikolaevich

1.70 m

 

Olga Nikolaevna

 

1.67 m

 

Anastásia Nikolaevna

1.58 m

 

E espero que muitas vidas tenham mudado por causa deste post... :-D

música: Regina Spektor - Real Love

publicado por tuga9890 às 16:40
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Sexta-feira, 18 de Julho de 2008

90 anos sem os Romanov

Passam hoje 90 anos sobre a morte de Nicolau II e família em Ekaterinburgo. Nesta data, há 10 anos atrás, foram enterrados os corpos do antigo Czar, da esposa Alexandra e de três das suas filhas:

 

 

 

 

 


publicado por tuga9890 às 20:03
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Terça-feira, 8 de Julho de 2008

Curiosidades - Os ovos Fabergé

 

 

Karl Fabergé e os seus trabalhadores desenharam e construíram o primeiro ovo em 1885. Foi encomendado pelo Czar Alexandre III como uma surpresa de Páscoa para a sua esposa Maria Feodorovna.

 

Do lado de fora parecia um simples ovo de ouro branco, mas quando se abria, revelava um outro ovo de ouro puro onde se escondia uma galinha feita do mesmo material, com uma pequena coroa de rubis na cabeça.

 

O primeiro ovo Fabergé


A Imperatriz Maria gostou tanto da sua prenda que Alexandre nomeou Fabergé como “Fornecedor da Corte” e encomendou um ovo de Páscoa por ano a partir de aí, estipulando que deveria ser único e conter uma surpresa. O seu filho, Nicolau II, continuou a tradição, oferecendo todas as primaveras um ovo Fabergé à sua esposa Alexandra e também à sua mãe.

 

 

ovo dos palácios dinamarqueses (1890) oferecido por Alexandre III a Maria Feodorovna

 

A partir de 1885 os ovos foram fabricados quase todos os anos. Assim que o desenho inicial era aprovado, o trabalho era levado a cabo por um grupo de artesãos sob as ordens de Fabergé, entre os quais se incluíam Michael Perkhin, Henrik Wigström e Erik Augut Kollin.

 

ovo relógio serpente azul (1887) oeferecido por Alexandre III a Maria Feodorovna

 

Os ovos imperiais usufruíram de tal fama que Fabergé chegou mesmo a fabricar pelo menos 15 para clientes privados. Entres eles existe uma série de 7 ovos feitos para o industrial Alexandre Kelch. Eles não são tão majestosos quanto os ovos imperiais, nem tão originais, uma vez que, muitas vezes, não passavam de replicas daqueles que eram encomendados pelo Czar.

 

ovo Azova (1891) oferecido por Alexandre III a Maria Feodorovna

 

Dos 69 ovos conhecidos, apenas 61 chegaram aos nossos dias. A grande maioria encontra-se em exposição em museus públicos por todo o mundo, embora a grande maioria (30) se encontre na Rússia. Dos 54 ovos imperiais conhecidos, sobreviveram 46.


Dos 8 ovos perdidos, existem apenas fotografias de dois, o da “Realeza Dinamarquesa” de 1903 e o “Ovo comemorativo de Alexandre III” de 1909

 

ovo "botão de rosa" (1895) oferecido por Nicolau II a Alexandra Feodorovna

 

Depois da Revolução Russa, a “Casa de Farbegé” foi nacionalizada pelos bolcheviques e a família Fabegé” fugiu para a Suíça onde Peter Carl Fabargé morreu em 1920. Os palácios dos Romanov foram saqueados e os seus tesouros retirados, por ordem de Lenine, para os armazéns do Kremlin.

 

ovo da coroação (1897) oeferecido por Nicolau II a Alexandra Feodorovna

 

Num leilão para adquirir mais dinheiro estrangeiro, Estaline mandou vender muitos dos ovos em 1927, depois de serem avaliados por Agathon Fabergé. Entre 1930 e 1933, 14 ovos imperiais abandonaram a Rússia. Muitos dos ovos foram vendidos a Amand Hammer, presidente do “Petróleo Ocidental” e amigo pessoal de Lenine, cujo pai foi um dos fundadores do Partido Comunista dos Estados Unidos. Emanuel Snowman, da loja de antiguidades de Wartski, Londres adquiriu também alguns.

 

ovo do Kremlin (1906) oferecido por Nicolau II a Alexandra Feodorovna

 

Depois da colecção do Kremlin, a maior colecção de ovos Fabergé foi organizada por Malcolm Forbes, e apresentada em Nova Iorque. Com o total de 9 ovos e aproximadamente outros 180 objectos fabergé, a colecção foi leiloada no Sotheby’s em Fevereiro de 2004 pelos herdeiros da Forbes. Antes do leilão começar, a colecção foi comprada por uma quantia entre os 90 e 120 milhões de dólares por Victor Vekselberg. Os ovos imperiais desta colecção incluíam o primeiro ovo de sempre assim como o “ovo da coroação” (que apareceu no filme “Ocean’s 12” de 2004).

 

ovo "Pedro, o Grande" (1903) oferecido por Nicolau II a Alexandra Feodorovna

 

Em Novembro de 2007, um relógio Fabergé, chamado de “Ovo Rothschild” pela “Christie’s” foi vendido num leilão por 8.9 milhões de libras. O preço atingiu dois recordes num leilão: a peça de tempo mais cara de sempre a ser vendida e o objecto russo mais caro, ultrapassando mesmo os 9,6 milhões de dólares pagos pelo “Ovo de Inverno” em 2002.

 

Ovo de Inverno (1913) oeferecido por Nicolau II a Maria Feodorovna

 

Localizações dos ovos Fabergé:

 

Museu do Kremlin, (Moscovo, Rússia) 10

 Colecção de Viktor Vekselberg, (Rússia) (antigo Forbes) 11

 Museu de Belas-Artes da Virginia, (Richmond, Virginia, EUA) 5

Museu de Arte de Nova Orleães, (Nova Orleães, Louisiana, EUA) 3

Colecção Real, (Londres, Reino Unido) 3

Fundação Edouard e Maurice Sandoz, (Suíça) 2

Museu Hillwood, (Washington, D.C, EUA) 2

Museu de Artes Walters, (Baltimore, Maryland, EUA) 2

 Museu de Arte de Cleveland, (Cleveland, Ohio, EUA) 1

Colecção de Alberto II do Monaco, (Monte-Carlo, Monaco) 1

Museu Nacional da Rússia, (Moscovo, Rússia) 1

Instituto Mineralógico Fersman, (Moscovo Rússia) 1

 Colecções Privadas 4

Localização desconhecida 8

 

ovo da constelação (1917). Nunca foi acabado.

 

Outros ovos:

 

ovo caucaso

 

ovo de cristal

 

 

ovo da imperatriz Maria

 

ovo cuco

 

ovo lirio

 

 

ovo pansey

 

ovo do iate

 

ovo do Palácio de Alexandre

 

ovo do czarevich

 

ovo relógio de lirios

 

ovo de flores selvagens

 

 

duas perspectivas do ovo comemorativo do 15º aniversário do reinado de Nicolau II

 

ovo das colunas

 

ovo do pavão

 

ovo militar

 

ovo do tricentenário

 

ovo do jubilo dinamarquês

 

ovo camuflagem

 

ovo da cruz vermelha

 

o ovo bétula foi um dos últimos projectos, mas nunca chegou a ser completado

música: William Fitzsimmons – Funeral Dress

publicado por tuga9890 às 11:56
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